segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Por Que o Nascimento de Cristo Não Foi o Suficiente?

Sem dúvida, você já deve ter visto a representação do nascimento de Jesus Cristo em uma manjedoura. Maria, a virgem, deu à luz a Jesus, o Filho de Deus. "E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem." (Lucas 2:7). Milhões já nasceram e morreram. Pela primeira e única vez na história, nasceu um bebê que nunca daria as costas e desafiaria Sua mãe. Uma criança cresceria sem demandar atenção egoisticamente. Um adolescente viveria sem nunca desejar seguir Seu próprio caminho. Um jovem honraria Sua mãe sem nunca ser imprudente com ela. Um homem viveria sem pecado e teria o direito de viver para sempre. Deus havia profetizado isto muitos anos antes: "Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco." (Isaías 7:14, Mateus 1:23). Bilhões continuaram nascendo e morrendo desde aquele nascimento em Belém.

Meramente um Homem Maravilhoso?


Muitos olham para aquele homem, Jesus Cristo, como um exemplo maravilhoso, um ideal a se perseguir, ou uma distante, vaga e amigável figura. De fato, Seu nascimento e Sua vida deu tremendo prazer a Deus, o Pai. Deus disse: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (Mateus 3:17). Mas Deus, o Pai, tinha um propósito ainda mais profundo ao enviar Seu Filho para se tornar um homem. "O Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo" (1 João 4:14). O pecado poluiu o universo de Deus e Ele não pode aceitar pecadores em Sua presença. Ele afirmou claramente que "a alma que pecar, essa morrerá" (Ezequiel 18:20). Cada um de nós encaramos as consequências de nossos pecados - a morte e a eterna separação de Deus. Não pode haver pagamento por pecados sem haver alguém que dê sua vida. "Sem derramamento de sangue não há remissão" (Hebreus 9:22)

Levados a Deus


Jesus Cristo veio não só nascer e viver um vida perfeita, mas morrer e sofrer pelo pecado, "o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus" (1 Pedro 3:18). Ele tinha todo o direito de retornar ao Céu sem morrer. Ele não fez nada digno de morte. No entanto, o Senhor Jesus escolheu permitir que Ele mesmo fosse açoitado, insultado e crucificado. Então, enquanto pendurado na cruz, Ele aceitou a punição de um Deus santo contra o pecado  no lugar dos que o cometeram. Agora Ele pode oferecer uma justa salvação para qualquer um que vá até Ele para recebê-la.  Meramente uma vida perfeita, seja quão bonita for, não seria suficiente para salvar quem quer que seja, pois o amor de Deus nunca teria sido satisfeito com apenas isso. "Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores." (Romanos 5:8). E você, irá a Deus como um pecador para receber a salvação que Jesus Cristo, que agora está ressuscitado dentre os mortos, te oferece?


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Uma Religião de Cinco Letras

"Há uma grande diferença entre a tua religião e a minha", disse uma senhora cristã a um amigo em uma conversa sobre crenças religiosas.

"Em que sentido?", perguntou ele.

"Tua religião tem apenas quatro letras, e a minha tem cinco,", ela respondeu.

Aparentemente o amigo dessa senhora era alguém que sentia ser necessário trabalhar e se esforçar para encontrar o caminho para o Céu. Ele seguia fielmente as ordenanças e cerimônias que sua religião requeria em sua tentativa de se tornar aceitável a Deus e ir para o Céu no final de sua vida. Ele baseava sua aceitação naquilo que a Bíblia chama de "obras mortas".

Ele não entendeu a referência que a senhora cristã fez às quatro letras e às cinco letras, e então perguntou: "O que você quer dizer com quatro letras e cinco letras?".

"Deixe-me explicar", disse a senhora. "Sua religião é f-a-ç-a, quatro letras, uma religião que requer que você FAÇA por merecer, já a minha religião é f-e-i-t-o, cinco letras, está tudo FEITO!"

A conversa acabou com este comentário, e a senhora seguiu seu caminho. Sua simples explicação, no entanto, permaneceu nos pensamentos do homem, fazendo com que ele tivesse sérios exames de consciência. Assim que considerou a comparação das duas palavras, a diferença se tornou evidente. Ele esteve tentando seguir regras e regulamentos concebidos e aceitáveis pelos padrões dos homens, mas Deus oferecia perdão de pecados através da obra consumada de Cristo na cruz.

As quatro letras e as cinco letras foram uma maneira incomum e original de explicar o evangelho, e foi bastante apropriado para este homem que havia sido ensinado a seguir restritas leis religiosas com o objetivo de adquirir uma recompensa do Céu. Ele percebeu que ele tinha sido um legalista, esperando que guardar estas leis cancelaria seu pecado, enquanto a Bíblia ensina que nenhuma obra que fizermos pode cancelar um só pecado. "Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia" (Isaías 64:6). "Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou." (Tito 3:5)

A próxima vez que ele viu sua amiga, ele lhe disse: "Agora também posso dizer que minha religião é f-e-i-t-o, FEITO."

O Espírito de Deus mostrou-lhe que suas ações religiosas eram inúteis para remover seus pecados, mas que tudo o que Deus requeria para liquidar a questão do pecado era aceitar a obra consumada de Cristo. Ele entendeu que não era mais uma questão do que ele podia fazer por Deus, mas o que o Filho de Deus fez por ele.

Fonte: http://bibletruthpublishers.com/gospel-tract-a-four-letter-religion-full-color-grace-saviour-sin-finished-work/pd2287

domingo, 8 de dezembro de 2013

Dois Servos, Duas Expectativas

(Comentário Mateus 24:42-51)

Veja:


Jesus termina o capítulo 24 de Mateus exortando seus discípulos a vigiarem para não serem pegos de surpresa pela sua vinda. Embora a exortação seja primeiramente aplicada a Israel, ela também serve para aqueles que creram em Jesus em qualquer época. Vigiar é manter-se sempre acordado e preparado, ciente de que algo está para acontecer.

Aqueles que em todas as épocas receberam a responsabilidade de zelar pelas coisas de Deus não podem viver de qualquer jeito e sem qualquer expectativa da volta de seu Senhor. Israel já teve a chance de mostrar que não estava esperando por seu Messias, pois quando ele veio para o que era seu, os seus não o receberam. Agora é a vez da cristandade mostrar sua indiferença para com a volta do Senhor a qualquer momento.

Começando no capítulo 24 e continuando no capítulo 25, Jesus conta três parábolas: a dos dois servos, das dez virgens e dos diferentes talentos. Basicamente elas nos falam da necessidade de sermos fiéis, vigilantes e produtivos durante a ausência do Senhor. Lembre-se de que fidelidade, vigilância e trabalho são coisas que acompanham a salvação, e não meios para se chegar a ela. A salvação é recebida exclusivamente por graça e não por nossos esforços. Somente o sangue de Jesus derramado na cruz pode nos purificar de nossos pecados. 

O foco das três parábolas está na atitude daqueles que professam fé em Jesus durante a sua ausência. Nelas Jesus é representado respectivamente pelo senhor dos servos, pelo noivo e pelo homem que viaja e deixa recursos para seus servos multiplicarem. Nas três você encontra aqueles que são fiéis e aqueles que apenas professam uma fidelidade que na realidade não existe. 

O servo fiel da primeira parábola vive na expectativa da volta de seu senhor a qualquer momento. Sua expectativa é premiada no versículo 46, onde é chamado de bem aventurado ou feliz. Assim será no arrebatamento da Igreja. O servo infiel, por sua vez, não tem qualquer senso de responsabilidade, pois acredita que seu senhor irá demorar. Ele se sente melhor na sua ausência do que na sua presença. Nos versículos 50 e 51, que representam a vinda de Cristo para reinar, ele é pego de surpresa; é surpreendido como se um ladrão invadisse sua casa para privá-lo das coisas que ele mais preza.

Como você se sente em relação a Jesus? Prefere acreditar que é o melhor mesmo é que ele demore, para você aproveitar a vida? Se ele voltar agora, isso vai estragar seus planos? Afinal, você tinha tantos planos, tantas coisas ainda que queria realizar para Deus... sei. Se você considera a volta de Jesus um estorvo, é melhor checar essa sua fé. Nesta parábola, o servo que não espera por seu senhor é chamado de hipócrita e condenado no final. Sua fidelidade não era real. Nos próximos 3 minutos encontraremos dez virgens e suas lâmpadas.

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